Finalidade

Mais do que escrever, gosto de ler o quê escrevo. O motivo é simples, eu mudo e mudo muito rápido, escrevo hoje e amanhã me acho estúpido.

Portanto, escrevo para mim, como um louco que escreve uma carta para ele mesmo e alguém o questiona sobre o quê está escrito, ele responde: Não sei, não recebi ainda!

Este é um diário público, um registro histórico, um raio-X da minha mente num dado momento da História, textos sem pretensões, limitados e um pouco pobre de gramática, mas rico em conteúdo, misturo leigamente algumas das ciências que estudo, misturo algumas linhas de pensamentos que acredito que sejam mais importantes, afinal não estou seguindo uma regra definida.

Caso algum texto contribua para algo, sinta-se em casa, mas saiba que você está na minha cabeça, está me lendo.

Como disse meu amigo e xará Fernando Pessoa: "Não escrevo em português. Escrevo eu mesmo."


quinta-feira, 16 de abril de 2015

A razão da insanidade



As vezes observo a insanidade com bons olhos, insanidade não nos termos da psicose tratada pela psicologia de depressão e melancolia, mas sobre os pensamentos e comportamentos anormais em relação à sociedade.

Muitas vezes invejo as pessoas que não precisam seguir padrões, não criam expectativas nas pessoas, não se pré-ocupam com as consequências, seres instintivos, agem com os sentidos, a razão da loucura não é subjetiva, eles sim são mais livres que nós.

Sobre a insensatez, a intensidade, a paixão, quem dera tivéssemos um pouco de loucura de vez em quando.

"E aqueles que foram vistos dançando foram julgados insanos por aqueles que não podiam escutar a música." Friedrich Nietzsche