Finalidade

Mais do que escrever, gosto de ler o quê escrevo. O motivo é simples, eu mudo e mudo muito rápido, escrevo hoje e amanhã me acho estúpido.

Portanto, escrevo para mim, como um louco que escreve uma carta para ele mesmo e alguém o questiona sobre o quê está escrito, ele responde: Não sei, não recebi ainda!

Este é um diário público, um registro histórico, um raio-X da minha mente num dado momento da História, textos sem pretensões, limitados e um pouco pobre de gramática, mas rico em conteúdo, misturo leigamente algumas das ciências que estudo, misturo algumas linhas de pensamentos que acredito que sejam mais importantes, afinal não estou seguindo uma regra definida.

Caso algum texto contribua para algo, sinta-se em casa, mas saiba que você está na minha cabeça, está me lendo.

Como disse meu amigo e xará Fernando Pessoa: "Não escrevo em português. Escrevo eu mesmo."


sexta-feira, 20 de abril de 2012

Exército de um homem só?


Os norte-americanos acreditam que apenas Um Único Homem é capaz de mudar o mundo.

A história Estadunidense é repleta de nomes, homens conhecidos pelos seus feitos heroicos, reconhecidos pela sua bravura e coragem, pela sua fibra moral.

O sucesso de uma organização americana é por causa de hum (1) Homem, seu fracasso é culpa de vários ou de ninguém.

Analogamente, a cultura japonesa valoriza a coletividade, dificilmente voce saberá o nome atrás do sucesso de suas grandes companhias.

No Brasil os nomes são manchados por manipulação e alianças dúbias, a história é contata por manipuladores de fatos, onde o coletivo é heterogêneo demais em seus objetivos e as tentativas individuais são desencorajadas.

Penso: Posso mudar alguma coisa? Eu teria resposta a essa pergunta há 10 anos, mas não agora, pois sei as dificuldades de mudar eu mesmo, quanto mais os fatores externos.

Será que como Raul “Eu devia estar contente, Porque eu tenho um emprego, Sou um dito cidadão respeitável, E ganho quatro mil cruzeiros, Por mês... Eu devia estar contente, Por ter conseguido, Tudo o que eu quis, Mas confesso abestalhado, Que eu estou decepcionado...”??

Katsumoto, então, pergunta: - Você acredita que um homem pode mudar o seu destino?

Eu também acho que o homem faz o que pode, mas acho também que sozinhos não poderemos nada.

Qual seria meu papel na mudança? Influenciar? Vender a ideia? Apenas lutar sozinhos com todas as forças?
Acho que não posso muita coisa. Acho que podemos muito.

“Unir-se é um bom começo, manter a união é um progresso, e trabalhar em conjunto é a vitória.” Henry Ford

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