Finalidade
Mais do que escrever, gosto de ler o quê escrevo. O motivo é simples, eu mudo e mudo muito rápido, escrevo hoje e amanhã me acho estúpido.
Portanto, escrevo para mim, como um louco que escreve uma carta para ele mesmo e alguém o questiona sobre o quê está escrito, ele responde: Não sei, não recebi ainda!
Este é um diário público, um registro histórico, um raio-X da minha mente num dado momento da História, textos sem pretensões, limitados e um pouco pobre de gramática, mas rico em conteúdo, misturo leigamente algumas das ciências que estudo, misturo algumas linhas de pensamentos que acredito que sejam mais importantes, afinal não estou seguindo uma regra definida.
Caso algum texto contribua para algo, sinta-se em casa, mas saiba que você está na minha cabeça, está me lendo.
Como disse meu amigo e xará Fernando Pessoa: "Não escrevo em português. Escrevo eu mesmo."
segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014
Dia dos Pais
Eu não tenho nada que não veio de alguém.
Do meu pai, a curiosidade. Da minha mãe, a persistência.
Do meu pai, o lado crítico. Da minha mãe, o carinho.
Do meu pai, o gosto de matemática. Da minha mãe, a flexibilidade.
Do meu pai, o Moreira. Da minha mãe, o Da Silva.
Do meu pai, o temperamento. Da minha mãe, o caráter.
Do meu pai, a pinta na bochecha. Da minha mãe, o tipo de cabelo.
Do meu pai, a extroversão. Da minha mãe, a devoção.
Do meu pai, a intensidade. Da minha mãe, o equilíbrio.
Do meu pai, a paixão. Da minha mãe, o amor.
O que sou, é graças a vocês, Nelci e Joel espero honra-los sempre, aprimorando os atributos que me deixaram.
Amo Vocês, meus pais.
Feliz dia dos Pais.
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