Finalidade

Mais do que escrever, gosto de ler o quê escrevo. O motivo é simples, eu mudo e mudo muito rápido, escrevo hoje e amanhã me acho estúpido.

Portanto, escrevo para mim, como um louco que escreve uma carta para ele mesmo e alguém o questiona sobre o quê está escrito, ele responde: Não sei, não recebi ainda!

Este é um diário público, um registro histórico, um raio-X da minha mente num dado momento da História, textos sem pretensões, limitados e um pouco pobre de gramática, mas rico em conteúdo, misturo leigamente algumas das ciências que estudo, misturo algumas linhas de pensamentos que acredito que sejam mais importantes, afinal não estou seguindo uma regra definida.

Caso algum texto contribua para algo, sinta-se em casa, mas saiba que você está na minha cabeça, está me lendo.

Como disse meu amigo e xará Fernando Pessoa: "Não escrevo em português. Escrevo eu mesmo."


quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Informatitudes

Pela quantidade de informações disponíveis atualmente, há uma demanda crescente de pessoas que saibam trabalhar com essas informações, organiza-las, interpreta-las e principalmente usa-las de forma pratica.

Nunca vi tantas vagas de emprego para a posição de “analista”, pessoas que consigam decompor o todo e trabalhar as partes de forma ordenada, seja em qualquer área do conhecimento.

Segundo pesquisas da IBM 95% dos dados que uma empresa gera não são aproveitados, na verdade, qualquer informação que não leve à tomada de decisão é uma desinformação.

Somos orientados para a ação, por isso Inform_Ação, o sentido único de haver analistas são as ações finais, ou seja o produto final de um dado bruto é a ação concreta.

Todo pensamento por mais bem elaborado e lógico que seja sem a companhia de uma bela AÇÃO é uma vã ideologia.

Por isso o trabalho de um analista é orientado para um único sentido, sendo responsável por todo o processo, desde a concepção até o ato final que coroa seu trabalho.

Portanto, toda decisão tomada sem informação é cega e toda informação sem a tomada de decisão é coxo. Não precisamos de mais informações, mas informatitudes que transformem, nem analistas, mas de realistas que tornem informações praticáveis e reais.

Nenhum comentário:

Postar um comentário