Finalidade

Mais do que escrever, gosto de ler o quê escrevo. O motivo é simples, eu mudo e mudo muito rápido, escrevo hoje e amanhã me acho estúpido.

Portanto, escrevo para mim, como um louco que escreve uma carta para ele mesmo e alguém o questiona sobre o quê está escrito, ele responde: Não sei, não recebi ainda!

Este é um diário público, um registro histórico, um raio-X da minha mente num dado momento da História, textos sem pretensões, limitados e um pouco pobre de gramática, mas rico em conteúdo, misturo leigamente algumas das ciências que estudo, misturo algumas linhas de pensamentos que acredito que sejam mais importantes, afinal não estou seguindo uma regra definida.

Caso algum texto contribua para algo, sinta-se em casa, mas saiba que você está na minha cabeça, está me lendo.

Como disse meu amigo e xará Fernando Pessoa: "Não escrevo em português. Escrevo eu mesmo."


quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Portador de Necessidades Triviais

É como se eu estivesse cego, olhasse e não enxergasse, muito menos contemplasse.
É como se eu estivesse surdo, por mais elevado que esteja o som, não o ouço.
É como se eu estivesse mudo, pois minha linguagem não faz sentido, aliás, o quê faz sentido?
É como seu estivesse paralitico, pois por mais que eu corra, pereço estar no mesmo lugar.
É como se eu tivesse asnomia, não distinguindo os odores da vida.

O banal tem sido o essencial e o mais desejado e o excelente tem sido desprezado.
O comum é esquecido e o superficial aclamado.
A vida tem sido vivida displicentemente, onde damos maior importância às coisas sem importância alguma.


Agora chega de momento deprê.

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