Finalidade

Mais do que escrever, gosto de ler o quê escrevo. O motivo é simples, eu mudo e mudo muito rápido, escrevo hoje e amanhã me acho estúpido.

Portanto, escrevo para mim, como um louco que escreve uma carta para ele mesmo e alguém o questiona sobre o quê está escrito, ele responde: Não sei, não recebi ainda!

Este é um diário público, um registro histórico, um raio-X da minha mente num dado momento da História, textos sem pretensões, limitados e um pouco pobre de gramática, mas rico em conteúdo, misturo leigamente algumas das ciências que estudo, misturo algumas linhas de pensamentos que acredito que sejam mais importantes, afinal não estou seguindo uma regra definida.

Caso algum texto contribua para algo, sinta-se em casa, mas saiba que você está na minha cabeça, está me lendo.

Como disse meu amigo e xará Fernando Pessoa: "Não escrevo em português. Escrevo eu mesmo."


quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Eu Vejo

Não queria passar a impressão que não sinto.
Na verdade eu mais que sinto, eu vejo.
Vejo de onde você veio.
Vejo aonde você chegou.
Vejo quem você se tornou.
Vejo uma lealdade convicta. Vejo uma meiguice infantil. Vejo o tempo e a vontade te fazendo mais madura e equilibrada. Vejo que os golpes da vida te fizeram melhor. Vejo que dores não tiraram seu sorriso. Vejo que não há dificuldades que não possam ser superadas. Vejo coragem e determinação. Vejo uma amiga. Vejo uma amante. Vejo um exemplo. Vejo que o amargo pode ser doce. Vejo força da fraqueza. Vejo o que Deus pode fazer.

Te admiro muito, foi você que me fez ver que o sucesso não se mede pela posição onde se encontra, mas pelo caminho que você trilhou para chegar lá. Você é meu doce exemplo. 

Te amo Fer e vivo pra isso.

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