Finalidade

Mais do que escrever, gosto de ler o quê escrevo. O motivo é simples, eu mudo e mudo muito rápido, escrevo hoje e amanhã me acho estúpido.

Portanto, escrevo para mim, como um louco que escreve uma carta para ele mesmo e alguém o questiona sobre o quê está escrito, ele responde: Não sei, não recebi ainda!

Este é um diário público, um registro histórico, um raio-X da minha mente num dado momento da História, textos sem pretensões, limitados e um pouco pobre de gramática, mas rico em conteúdo, misturo leigamente algumas das ciências que estudo, misturo algumas linhas de pensamentos que acredito que sejam mais importantes, afinal não estou seguindo uma regra definida.

Caso algum texto contribua para algo, sinta-se em casa, mas saiba que você está na minha cabeça, está me lendo.

Como disse meu amigo e xará Fernando Pessoa: "Não escrevo em português. Escrevo eu mesmo."


quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Qual é o problema em perder?

Numa sociedade em que o 1º lugar é mais importante do que a própria superação, a posição ótima tem sido relegada ao ser MELHOR, pois para ser melhor não é preciso ter um alto padrão, basta apenas estar à frente do segundo colocado.

Qual seria o problema em perder? Desde que você mesmo se vença? Desde que você vença os mais altos padrões muitas vezes não reconhecidos?

O pódio não é sinônimo de sucesso, não nos termos de excelência, e como o sucesso tem sido limitado em seu conceito!

O sucesso é avaliado por coisas frívolas, por predicados triviais, por ter, por aparentar, sem ponderar o que é fundamental, falta um olhar além.

Por isso temos que caminhar na direção da nobreza ao invés de avançar sobre o que é burguês.

Me arruíno, mas não me torno menor! Me desgraço, mas não fico sem remissão! Me perco, mas sei por onde ir! Só não posso me deixar levar pelo que o senso comum chama de 1º Lugar, pois se eu alcançar essa posição nos critérios atuais, estarei em ultimo na minha consciência.

A Ágata tem mesmo razão: “Pai, qual é o problema em perder?”.

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