Finalidade

Mais do que escrever, gosto de ler o quê escrevo. O motivo é simples, eu mudo e mudo muito rápido, escrevo hoje e amanhã me acho estúpido.

Portanto, escrevo para mim, como um louco que escreve uma carta para ele mesmo e alguém o questiona sobre o quê está escrito, ele responde: Não sei, não recebi ainda!

Este é um diário público, um registro histórico, um raio-X da minha mente num dado momento da História, textos sem pretensões, limitados e um pouco pobre de gramática, mas rico em conteúdo, misturo leigamente algumas das ciências que estudo, misturo algumas linhas de pensamentos que acredito que sejam mais importantes, afinal não estou seguindo uma regra definida.

Caso algum texto contribua para algo, sinta-se em casa, mas saiba que você está na minha cabeça, está me lendo.

Como disse meu amigo e xará Fernando Pessoa: "Não escrevo em português. Escrevo eu mesmo."


quarta-feira, 2 de março de 2011

Toda informação é (aparentemente) válida

Gosto de ler, o gosto vem de mamãe que abarrotava a gente de revistinhas na infância, mas mais do que ler, gosto de aprender e descobrir. Realizo desde simples pesquisas em dicionários até investigações profundas, entretanto depois de começar a trabalhar numa livraria questionei a importância de qualquer informação.

Numa banca de jornal há mais informação que na idade média inteira e como o conhecimento é dobrado em tempos cada vez mais curtos, há uma infinidade de informações disponíveis, apenas esperando alguém que saiba usá-las, todavia, percebi que há também muito lixo pouco utilizável, apenas para atrapalhar.

Saiba que informação é gratuita, uma prova disso fui eu ter estudado Planejamento e Gestão Estratégica, porém em dois ou três livros aqui do lado da minha mesa, eu mato a charada, entretanto o conhecimento é caro, custa tempo, dinheiro e interesse. Conhecimento nada mais é que a informação na prática.

Informações podem ter diversos contornos e vir de formas mais improváveis, com pessoas das mais inusitadas, em bar você aprende um pouco de tudo, por exemplo: Você sabe a origem da palavra Pinga? Ou porque Água Ardente para denominar a cachaça? Bem, não vou responder me convida pra tomar uma e eu conto. rs

Para não perder tempo com groselhas, desenvolvi umas práticas de avaliação de conteúdo:

1. Discernimento para saber o que presta ou não. Está intimamente ligado ao quê você pensa que te interessa e aí mora o perigo, não despreze completamente a informação;

2. No caso de coisas que penso serem inúteis avalio meu tempo e esforço para adquirir a informação, lembrando que ela tem que estar disponível no momento que você precisa;

3. Não perco a oportunidade se os canais de informações são raros. Caso não seja prioridade, mas sei que irei precisar, posso rejeitar uma informação se houver disponibilidade e pouco trabalho para absorvê-la mais tarde;

4. Aplico a informação cada vez mais, a experiência é um ótimo professor;

5. Replico o conhecimento absorvido aos interessados.

O aprendizado varia segundo as formas cognitivas de cada um, porém se o desejo existe apenas ajuste os estilos didáticos ao seu perfil.

Aprenda! Estamos na era do conhecimento.

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